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Chapada dos Veadeiros: o que fazer

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UM GUIA DE DICAS DA CHAPADA DOS VEADEIROS: O QUE FAZER, COMO CHEGAR E SE LOCOMOVER, ONDE FICAR E ONDE COMER

Em 2015 conhecemos esse paraíso de natureza e de cachoeiras. Assim, reúno aqui as minhas melhores dicas da Chapada dos Veadeiros: o que fazer, com tudo sobre as principais cachoeiras, a logística de deslocamento, bem como ideias para montar o roteiro. E ainda: quando ir, como chegar, como se locomover, onde ficar e onde comer na Chapada dos Veadeiros. 

SOBRE A CHAPADA DOS VEADEIROS

Certamente boa parte da fama da Chapada dos Veadeiros é devida à sua infinidade de cachoeiras espetaculares. E não é para menos, de águas esmeraldas à quedas impressionantes, há variedade para todos os gostos. Além disso, no quesito natureza, o destino, que fica em meio às belezas do cerrado, também não deixa a desejar quando o assunto é céu estrelado, sendo um dos melhores lugares no Brasil para fazer essa observação. 

Contudo, a Chapada ganha um quê a mais de interessante quando pensamos no seu aspecto místico e esotérico. Antes de mais nada, ela fica mesma latitude que Machu Picchu e tem toda uma vibe zen, com adeptos da vida natural. Ainda vemos por lá, de cara, um portal gigantesco que nos remete a uma nave especial, devido a uma certa cultura de extraterrestres, que vai da venda de produtos até nativos que garantem haver trânsito de OVNIS.

QUANDO IR À CHAPADA DOS VEADEIROS

Em resumo, as temporadas da Chapada se dividem entre seca (aproximadamente de abril/maio a setembro/outubro) e de chuvas (aproximadamente de outubro/novembro a março/abril).

Eu tinha pesquisado que cada uma tem suas próprias vantagens e que um dos pontos positivos da época das chuvas era ter cachoeiras com maior volume d’água. Acabamos por ir nesse período, em novembro, mas, na minha opinião, não compensa e quem puder ir na época da seca, melhor. Isso porque não tem jeito, chuva atrapalha passeio ao ar livre. Mesmo que, na prática, ela não dure muito, tem que atentar ao risco de tromba d’água, além de algumas cachoeiras ficarem mais “barrentas” (felizmente parece que a Santa Bárbara não sofre essa alteração). Ainda assim, mesmo nessa época, pegamos bastante tempo bom e conseguimos aproveitar a viagem. Mas se você puder ir no início da época da seca (lá para maio), possivelmente sem chuva e com as cacheiras ainda com bastante água acumulada, diria que é o período perfeito!

COMO CHEGAR E COMO SE LOCOMOVER

O aeroporto de Brasília é o mais próximo da Chapada e foi por onde chegamos. Alto Paraíso, principal cidade turística do destino, fica a cerca de 230 Km de distância e nós fomos de carro alugado no próprio aeroporto. Já quem quiser ir à Chapada de ônibus tem a opção de ir pela empresa Real Expresso.

De qualquer maneira, a melhor maneira para se locomover na Chapada é de carro. Isso porque lá não tem transporte público eficiente que leve aos principais atrativos. Ainda assim, se você tiver optado por não alugar carro, mesmo que sejam poucos os passeios que se dê para fazer a pé, é possível contratar um guia (mesmo de carro, contamos com um para algumas cachoeiras). O valor da diária era de 150 reais por dia e 240 reais se fosse usar o carro do profissional.

ONDE FICAR NA CHAPADA DOS VEADEIROS

A Chapada possui três cidades principais: Alto Paraíso, São Jorge e Cavalcante.

A maior parte dos atrativos conhecidos fica nos arredores de Alto Paraíso e de São Jorge (onde fica o Parque Nacional em si). Dessa forma, elas são as principais opções de onde ficar na Chapada dos Veadeiros.

Alto Paraíso tem mais infraestrutura, hotéis e restaurantes, além de um clima mais zen. Também tem uma localização mais central, já que é um pouquinho mais perto de Brasília, bem como de Cavalcante. Foi a nossa escolha de onde ficar na Chapada dos Veadeiros e eu adorei a base.

Por outro lado, São Jorge tem uma pegada mais rústica, o chão é de terra, por exemplo, mas ainda com algumas opções de hospedagem e refeições, além de ser tida como mais festeira.

Uma vez que a distância entre as duas é de 38 km, em estrada asfaltada, não acho interessante a priori dividir a hospedagem entre as duas.

Cavalcante abriga a cachoeira mais bonita da Chapada (Santa Bárbara), bem como outras menos conhecidas, além da maior comunidade quilombola do país. Porém, vale ponderar enquanto escolha de onde ficar na Chapada dos Veadeiros, já que tem pouquíssima estrutura para o turismo.

Cavalcante fica a 90 km de Alto Paraíso. Eu passei a primeira noite na Chapada em Cavalcante para ir no dia seguinte a Santa Bárbara (mais 30 km do centro da cidade, em uma estrada de terra). Contudo, não achei que compensa a mudança de hotel. Se você não tiver um interesse particular na região, mais vale ficar em Alto Paraíso (ou em São Jorge) a estadia toda e acordar cedinho no dia de ir à Cachoeira Santa Bárbara.

POUSADA ALFA E ÔMEGA, NOSSA ESCOLHA DE ONDE FICAR NA CHAPADA DOS VEADEIROS

Nós ficamos na Pousada Alfa e Ômega, em Alto Paraíso. Em resumo, gostei bastante e achei um excelente custo benefício. A pousada é bem localizada, limpa, ótimo café da manhã, funcionários atenciosos e, apesar de não ser luxuosa, é bem confortável e aconchegante.

O QUE FAZER NA CHAPADA DOS VEADEIROS

É certo que os principais atrativos da Chapada dos Veadeiros são as suas cachoeiras. Assim, vou listar as nossas escolhas, que achei que foram muito acertadas (conhecemos Santa Bárbara, Saltos, Vale da Lua, Loquinhas e Almécegas). Além disso, cito, por região, outras cachoeiras mais famosas, lembrando que é apenas uma seleção, já que a oferta é enorme e diria não é possível conhecer todas. Dito isso, dentre as que não fomos, o percurso Macaquinhos e a Cachoeira do Segredo (essa com uma trilha mais longa) me parecem as mais interessantes no quesito beleza, a quem tiver mais tempo.

Eu não coloquei os valores das cachoeiras pagas, já que sempre mudam, mas em geral, custavam entre 10 e 30 reais.

CHAPADA DOS VEADEIROS: O QUE FAZER A PARTIR DE CAVALCANTE

CACHOEIRA SANTA BÁRBARA

Sem dúvida essa cachoeira é um item imperdível sobre o que fazer na Chapada das Veadeiros! Aliás, imagino que seja uma das cachoeiras mais lindas do Brasil, já que a cor da água é simplesmente inacreditável! O tom esmeralda se deve às formações rochosas de calcário da região.

Parece que o melhor horário para vê-la toda com Sol é por volta do meio-dia, mas acabamos indo um pouco mais cedo, por ser feriado, a fim de evitar que a cachoeira estivesse lotada.

Do centro de Cavalcante (que fica a 90 km de Alto Paraíso) seguimos 30 km em estrada de terra até a entrada do povoado quilombola Kalunga. Lá, se você não estiver com um guia próprio, é necessário contratar um, por 70 reais, como fizemos (além dos 20 reais de entrada na cachoeira). Deste centro, fomos por mais 1 km de carro – já com a guia contratada – até o estacionamento. Depois, com orientação da guia, pagamos 5 reais de transporte em uma caminhonete até um ponto mais perto da cachoeira (na época da seca a trilha já é mais curta mesmo sem “ajuda”, mas na época das chuvas poupamos alguns km). Por fim, caminhamos por mais 15 minutos até Santa Barbarinha, o primeiro poço e uns 5 minutos até o poço principal, a Cachoeira Santa Bárbara

Uma vez que era feriado, nos orientaram a ficar até cerca de uma hora na cachoeira.

Chapada dos Veadeiros o que fazer: ir a Cachoeira Santa Bárbara

Outras cachoeiras em Cavalcante:

Capivara (que muita gente faz após Santa Bárbara, já que a trilha é relativamente curta, a entrada é gratuita e o guia contratado para Santa Bárbara já está incluído). Ou ainda opções bem mais longas, como Candaru, entrada gratuita + guia (12 km ida e volta com descida acentuada), e as Cachoeiras do Rio da Prata, com entrada gratuita + guia obrigatório (cerca de 60 km de Cavalcante + 16 km de trilha, inclui cruzamentos de rios).

CHAPADA DOS VEADEIROS: O QUE FAZER A PARTIR DE SÃO JORGE

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Antes de mais nada, vale consultar o site do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, para conferir as informações atualizadas de preços, limites de visitantes, dias e horários de abertura. Quando fomos, havia grupos com guia na entrada e seria possível se juntar a eles na hora.

SALTOS DO RIO PRETO

Foi a nossa escolha de trilha no Parque Nacional, uma vez que me pareceu o melhor atrativo dele e não tínhamos tempo para fazermos todos os passeios.

Essa trilha passa por dois saltos. O primeiro, de 120m, é só para contemplação à distância, já que não existe caminho até ele. Já no segundo salto, de 80m, é possível chegar mais perto e é permitido o banho no rio. É impressionante o volume e a força da água, lindo!

A trilha até dos Saltos tem cerca de 10 km ida e volta e não achamos tão exigente e fizemos sem guia, mas ela é classificada pelo Parque como nível difícil. Acabamos por não seguir o percurso de mais 800 m na subida até o Carrossel e depois às Corredeiras.

Saltos: dica sobre o que fazer na Chapada dos Veadeiros
Chapada dos Veadeiros o que fazer: Saltos do Rio Preto

CÂNIONS E CACHOEIRA DAS CARIOCAS

Além do percurso dos Saltos, de que falo acima (Saltos, Carrossel e Corredeiras), existe um segundo percurso, que não fizemos de 12 km, ida e volta, com vista de 2 cânions e mergulho permitido na Cachoeira das Cariocas.

VALE DA LUA

É um dos principais cartões postais da Chapada dos Veadeiros. Trata-se de um rio com formações rochosas que lembram as crateras da Lua, achei bem diferente mesmo. A caminhada é fácil e de menos de 1 km e a entrada é paga

Em tempo: por motivos de segurança, é exigido usar tênis.

Vale da Lua: dica imperdível sobre o que fazer na Chapada dos Veadeiros

Outras cachoeiras em São Jorge:

Existe ainda a trilha do Mirante da Janela e Abismo (cerca de 8 km de ida e volta), onde pedras formam uma “janela” com vista para os mesmos Saltos do Rio Preto que vimos no Parque Nacional. Na época das chuvas, nela existe ainda uma cachoeira, a do Abismo, no mesmo caminho.  A Cachoeira do Segredo, 12 km ida e volta, paga, parece bem bonita, com uma queda bem alta. Outras opções são Raizama, com trilha de 3 km, paga, e Morada do Sol, com trilha de 2 km, também com valor de entrada.

Águas termais

Nós não fizemos esse passeio, mas uma água morna no fim do dia para relaxar, em contraposição às águas geladas das cachoeiras, pode ser uma boa ideia. As opções são na Éden Águas Termais ou Águas Termais do Morro Vermelho, e tem que pagar a entrada.

CHAPADA DOS VEADEIROS: O QUE FAZER A PARTIR DE ALTO PARAÍSO

CATARATA DOS COUROS

Junto com a Santa Bárbara, essa é outra cachoeira essencial na lista sobre o que fazer na Chapada dos Veadeiros. Enquanto a primeira é esmeralda e delicadeza pura, Couros impressiona justamente pela grandiosidade e força da água. Simplesmente imperdível!  Considero um passeio completo: tem quedas impactantes, poços para mergulho e até mesmo vista para um canyon!

Ela fica a cerca de 50 km de Alto Paraíso, 30 deles em estrada de terra, em condições razoáveis. Já a trilha total do percurso tem uns 6 km ida e volta.

Ainda que a entrada seja gratuita, tivemos o gasto com o guia, que contactamos na véspera com indicação do CAT – Centro de Atendimento ao Turista, de Alto Paraíso. Bem válido, pois não achei a trilha bem sinalizada, mas principalmente pela orientação de onde é seguro mergulhar, ainda mais na época das chuvas, quando é necessário ter mais cuidado.

Catarata dos Couros: dica imperdível sobre o que fazer na Chapada dos veadeiros

LOQUINHAS

Esse complexo de cachoeira fica a poucos km de Alto Paraíso. Ele conta com duas trilhas e a principal – Loquinhas – leva a sete poços lindos e bem verdinhos, ótimos para nadar.

Ela tem uns 2 km, é sinalizada e achamos de nível fácil. Entretanto, possivelmente pelo acesso tranquilo, ela estava mais movimentada que as outras que fomos, talvez por ser feriado. Ainda assim, valeu bastante pela beleza do lugar. A entrada é paga.

Loquinhas

ALMÉCEGAS

Dentro da fazenda São Bento, estão as duas cachoeiras com o nome Almécegas: I e II. A primeira impressiona pela grande queda d’água em meio a tanto verde, lindíssima! Mas acabamos não nadando nela, ficamos apenas com a vista do mirante. Já Almécegas II tem um visual menos impactante, mas achei uma delícia para banho na queda.

A entrada é paga e a trilha, apesar de ser uma caminhada relativamente fácil, é muito pedrosa.

O que fazer na Chapada dos Veadeiros: ir a Cachoeira Almécegas

Outras cachoeiras em Alto Paraíso

Outras cacheiras nos arredores da cidade, mas que não conhecemos são: São Bento, na mesma fazenda em que estão as Almécegas, a Cachoeira dos Cristais, paga, com trilha de 1 km ida e volta, mas com subida íngreme, e o circuito Macaquinhos, com grande diversidade de poços para banho.

QUANTO TEMPO E COMO MONTAR SEU ROTEIRO

A boa é escolher os atrativos da lista acima, que já estão agrupados por região.

Abaixo o nosso roteiro, com pequenas adaptações, em 5 dias, incluindo a ida e a volta. Contudo, a quantidade de cacheiras é enorme, daria certamente para fica mais tempo e ter o que fazer.

1 – Ida Rio – Brasília (com breve almoço/passeio na capital) – Cavalvante

2 – Santa Bárbara + Loquinhas

3 – Saltos + Vale da Lua (na verdade fizemos o Vale no dia do Couros, por conta de chuva, mas com tempo bom, teria ido melhor nesse dia)

4 – Couros

5 – Almécegas – volta

ONDE COMER NA CHAPADA DOS VEADEIROS

JAMBALAYA, ALTO PARAÍSO

O Jambalaya é uma ótima opção de onde comer na Chapada dos Veadeiros no quesito restaurante bacana. Isso porque ele tem o ambiente mais sofisticado e também aconchegante, com mesas ao ar livre e velas, além de música ao vivo. Os pratos são maravilhosos, com preço justo. Contudo, no dia em que fomos, não demos muita sorte com a demora nem com o atendimento. Ainda assim diria que o lugar tem potencial de ser o melhor restaurante na cidade e acho que vale a visita.

VILA CHAMEGO, ALTO PARAÍSO

Achamos a Vila Chamego uma excelente escolha de onde comer na Chapada dos Veadeiros uma boa pizza! Isso porque o ambiente consegue combinar perfeitamente simplicidade com clima aconchegante e romântico, com atendimento educado e simpático! Principalmente, é claro, pela pizza: uma delícia! Tudo com bastante informal com pizza para comer na mão.

ZU’S BISTRO, ALTO PARAÍSO

O bistrô fica instalado na varanda de um quintal. Quando fomos, as donas, duas senhoras, se revezam entre o atendimento às mesas e o preparo dos pratos. E aí vai o grande destaque, entre piadas, histórias, dicas, e até as graças do papagaio que apareceu, elas conseguem entreter os clientes, que nem percebem a espera e se sentem em casa. Apesar de toda a simplicidade do local, há uma boa carta de vinhos e as massas e os risotos são preparados com bons ingredientes. Em outras palavras: achei uma opção autêntica de onde comer na Chapada dos Veadeiros, que vale pela boa comida – em conta – e pela informalidade e simpatia do atendimento.

DONA ELEUSA, COUROS

Na entrada da cachoeira, apesar de não ter restaurantes, tem barraquinhas dos restaurantes locais da Dona Eleusa, Dona Luzia e Dona Serena. A ideia é reservar já na ida. Depois do passeio, seguimos ao restaurante. Lugar simples, se saiu uma ótima ideia de onde comer na Chapada dos Veadeiros uma comidinha caseira deliciosa. Fomos de galinha caipira e estava muito boa e bem temperada. Parece que os três seguem essa linha e muitos guias alternam entre eles.

Aliás, ainda sobre pratos regionais, existe ainda a galinhada oferecida para a volta do passeio na cachoeira Santa Bárbara, nos restaurantes do povoado quilombola que lá se localiza. Acabamos seguindo logo para Alto Paraíso e não provamos a iguaria lá, mas já li bons relatos.

RANCHO DO WALDOMIRO, SÃO JORGE

Não chegamos a conhecer esse restaurante na beira da estrada para São Jorge, que é tido como um clássico da Chapada. A fama é de que, com toda a simplicidade, é um excelente local de onde comer na Chapada dos Veadeiros a matula, prato regional, que é uma espécie de feijoada do cerrado.

SANTO CERRADO RISOTERIA CAFÉ, SÃO JORGE

O Santo Cerrado é outro restaurante que não fomos, mas que é sempre muito elogiado pela alta qualidade dos risotos, bem como pelo ambiente. Certamente seria minha escolha de onde comer na Chapada dos Veadeiros, se estivesse hospedada em São Jorge.

DICAS GERAIS

Antes de tudo, a Chapada é um lugar pequeno, com estrutura limitada e principalmente de natureza. Assim, vou deixar algumas dicas nesse sentido:

  • Levar dinheiro vivo para as cachoeiras pagas e algum orçamento para a parte de “onde comer na Chapada dos Veadeiros”, já que não são todos os restaurantes que aceitam cartão. Há caixa eletrônico apenas em Alto Paraíso e, na dúvida, melhor não contar com isso.
  • Abastecer o carro antes de qualquer passeio. Por exemplo, em São Jorge não tem posto de gasolina (Alto Paraíso tem).
  • Levar acessórios como tênis, repelente, protetor solar, chapéu e capa de chuva.
  • Levar para as trilhas água e um lanchinho, em geral, não há nenhum comércio nos locais (e um saquinho de lixo para recolher depois).
  • Atenção com as estradas de terra, pode haver animais por elas.
  • Atenção com as trilhas, lugares que escorregam, animais, e sobretudo às trombas d’água (quando o nível d’água aumenta rapidamente, o que pode ser fatal). Infelizmente ouvimos relatos de muitos acidentes nas trilhas da Chapada.
  • Vale passar no CAT – Centro de Atendimento ao Turista, tem mapa, pode-se tirar dúvidas e ainda pegar indicação de guia. Ainda que muitas não exijam guia, vale ponderar a dificuldade, segurança e experiência em trilhas.
  • Uma vez que é uma área endêmica de febre amarela, é recomendado se informar sobre a vacina.

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Nanda Gaspar

Nanda Gaspar

Ama viajar, planejar e falar sobre viagens. Incansável na busca da localização perfeita e na logística dos roteiros redondos, curte história, fotografar e conhecer a cultura local. Aproveita o período sabático em Portugal para escrever no blog, entre um parquinho com o filhote e a escolha da próxima cidade medieval, praia paradisíaca ou metrópole enérgica, para te inspirar a viajar mais e melhor.

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